À medida que as escolhas convencionais de antes vão sumindo, outros carros vão assumindo a preferência.
Os Minis F56 não são muita novidade, pois chegaram em 2014. Eles sempre foram nichadinhos de mercado.
Afinal, a quantidade de propostas de uso atendidas pelo Mini é naturalmente bem menor do que a de outros carros mais convencionais.
O Mini sempre vai se conectar com uma compra mais emocional, mas tem aspectos bem racionais na compra. Só não errar a versão do carro.
Hatch 2p ou 4p? A 4p apesar de mais versátil, é estranha de digerir. O mercado também acha.
Entrada, S ou JCW? O primeiro é o 3 cilindros B38 e os outros dois são 4 cilindros B48. Se você quer comércio, diversão e, pasmem, o melhor projeto técnico, VÁ DE 2.0 B48.
COOPER S ou JCW? O dilema está na idade e km. Pelo preço do Cooper S mais novo e menos usado, você leva o JCW mais velho e rodado. 192 cv X 231 cv. Claro, há outras diferenças de com opcionais etc. e a partir de 2019, o Cooper S ganha um cambio de dupla embreagem de 7 marchas, enquanto o JCW um automático de 8 (AISIN, e não ZF), muito embora o automático de 6 marchas de antes seja muito bem calibrado em ambos carrinhos.
Optou pelo COOPER S? Teto solar é universalmente aclamado. Quer som premium, HUD e paddles para trocar marcha atrás do volante, mire na versão TOP.
Muitos anúncios com versão errada. Muito carro sambado. Tem Mini Cooper S por aí sub 140 mil, claro, com muito cuidado relativamente a opcionais ou conservação. Mas de 160-190 mil, você escolhe muito bem do jeito que quiser (como esse das fotos).
Nada com tração dianteira e moderno é tão divertido fora da caixa quanto o F56, que inclusive é em outra dimensão de usabilidade e confiabilidade comparativamente ao antigo R56 (2009-13).
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