Cultura automotiva é a compreensão dos diversos tipos, nichos e gostos de automóvel. Para que ela exista, é preciso amplo acesso à informação. O mercado brasileiro evoluiu bastante, mas ainda temos longo caminho pela frente.
Adoramos atender no Car Chase os carros neoclássicos. O perfil do comprador entende que um carro neoclássico não é um carro velho. Esse cliente não nos procura pensando “com o valor de um Z4 M, eu ando com X, Y ou Z carros mais novos”.
Não é só diversão. Antigamente, manter esses carros e endereçar problemas era algo complexo. Eram naturais gambiarras e adaptações. É aí que mora o perigo.
Oficinas não gostam muito dos neoclássicos. É preciso olhar clínico e saber ordem de grandezas. Conhecer e ter referência para entender o que é normal ou errado. É mais importante de tudo: CUIDADO COM O FAMOSO “FUBÁ MAQUIADO”.
Por outro lado, em bom estado, neoclássicos podem ser mais transparentes e diagnosticáveis do que muitos carros modernos. A parte sensorial desses carros é excepcional. Não é necessário velocidades proibitivas para se ter satisfação. É cada vez mais frequente vermos garagens que misturam algo novo e um neoclássico ao lado.
O grande problema é que faltam carros em bom estado. 2 carros do mesmo ano e km semelhante podem ter preços bem diferentes. O que está na equação? Histórico vasto de manutenção e bons donos.
É o caso do Z4 M. Há registro de 22 coupés e 14 roadsters emplacados no Brasil. Não apenas um M3 E46 com outro corpo. Há sutis (porém relevantes) diferenças técnicas entre os carros. O comprador desse carro sabe muito bem o que ele significa no universo M.
Essa unidade passou por nós há pouco tempo. Já negociamos alguns Z4 M por aqui. Se você quer comprar um carro desse perfil, conte com a assessoria de um time que conhece de perto o aspecto técnico e comercial de ter um carro desses.
Qual o neoclássico que você sonha em colocar na garagem?













